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A equipe refaz as mesmas tarefas manuais toda semana — e ninguém consegue medir quanto isso custa.
A Minha Ide.IA ajuda PMEs a sair do teste solto e chegar em automações que o time usa, confia e mantém — do diagnóstico ao fluxo rodando.
Sem projeto de dois anos. Sem equipe técnica interna. Sem trocar os sistemas que você já usa.
Diagnóstico de 30 minutos, com relatório. Sem custo.
A equipe refaz as mesmas tarefas manuais toda semana — e ninguém consegue medir quanto isso custa.
Cada pessoa usa uma ferramenta de IA diferente, do seu jeito, e o resultado sai desigual.
Alguém testou um assistente, achou interessante, e três semanas depois ninguém mais abriu.
A informação da empresa está espalhada entre planilhas, e-mails, PDFs e grupos de mensagem.
Você sabe que dá para automatizar algo, mas não sabe o quê, por onde, nem quanto custa.
Crescer hoje significa contratar mais gente — e a conta não fecha.
Ferramenta de IA não é escassa. Qualquer pessoa assina um plano em cinco minutos.
O que falta é o que vem em volta: escolher o processo certo, desenhar o fluxo, definir quem faz o quê, treinar quem vai usar e medir o que mudou. Sem isso, a IA vira curiosidade individual — funciona no computador de uma pessoa e desaparece quando ela sai de férias.
Nosso trabalho começa no processo, não na ferramenta. Primeiro entendemos o problema; depois avaliamos se a Inteligência Artificial é mesmo a melhor resposta. Às vezes não é — e dizer isso faz parte do serviço.
Somos uma consultoria de implantação. Entramos na sua operação, encontramos onde a IA gera ganho real e deixamos o fluxo funcionando com o seu time.
Identificamos as tarefas repetitivas, o volume de horas envolvido e o potencial de ganho de cada uma.
Nem tudo vale automatizar agora. Ordenamos o que dá retorno rápido e o que fica para depois.
Como o processo passa a funcionar, quem participa, o que a IA faz e o que continua humano.
Configuramos assistentes, automações e integrações com as ferramentas que a empresa já usa.
Treinamento prático e biblioteca de instruções, para que o uso não dependa de uma pessoa só.
Regras de uso, documentação e indicadores — é o que impede o fluxo de virar improviso.
Quatro etapas. Nenhuma pula.
Conversamos com quem executa o processo, não só com quem decide. Entendemos como o trabalho acontece de verdade, incluindo os atalhos que ninguém documentou.
Levantamos gargalos, retrabalho e volume de horas. Cruzamos com esforço de implantação e devolvemos uma lista priorizada — com o que recomendamos começar e por quê.
Construímos a menor versão útil da solução e testamos com usuários reais. Ajustamos antes de escalar, para que o erro custe barato.
Colocamos em produção, treinamos o time, documentamos e medimos. Se o indicador não se mexer, voltamos e corrigimos.
Entregáveis concretos, não relatório de prateleira.
Mapa de oportunidades de IA da sua operação, com estimativa de horas envolvidas
Matriz de priorização (impacto × esforço) com recomendação de ponto de partida
Desenho do processo futuro, antes e depois
Primeiro fluxo implantado e funcionando, com usuários treinados
Manual de uso e biblioteca de instruções padronizadas para a equipe
Painel de acompanhamento com os indicadores acordados no início
Três formatos, conforme o momento da empresa.
Para quem não sabe por onde começar. Entrevistas, mapeamento, priorização e plano de ação de curto prazo. Projeto fechado, prazo curto.
Para quem já sabe onde dói. Diagnóstico focado em um processo, desenho do fluxo, construção, teste, treinamento e documentação. Projeto fechado, entregável definido.
Para quem quer evoluir sem montar equipe interna. Acompanhamento recorrente: novos fluxos, ajuste dos existentes, capacitação e revisão de indicadores.
Também montamos formatos híbridos — um projeto fechado que evolui para acompanhamento. O investimento é definido depois do diagnóstico, quando o escopo está claro.
Antes de vender implantação de IA, construímos a nossa: um departamento estruturado sob a lógica AI First, com fluxos de trabalho desenhados em torno da Inteligência Artificial, assistentes configurados para tarefas específicas, instruções padronizadas para uso da equipe e documentação de tudo — do que funcionou e do que precisou ser refeito.
O método IDE.IA saiu daí. Não é conteúdo de curso adaptado: é o que sobrou depois de testar, quebrar e reconstruir dentro de casa.
Ele piora mais rápido, porque o erro passa a acontecer em escala. Por isso começamos pelo desenho do processo, não pela ferramenta.
O que sobrevive é o assistente feito para uma tarefa específica, com instrução clara e dono definido.
É falta de padronização e de alguém responsável pelo fluxo. Ferramenta boa com processo solto vira uso individual, não ganho da empresa.
Documentar não é burocracia: é o que faz o fluxo continuar rodando quando a pessoa que o criou sai de férias.
Estamos selecionando os primeiros projetos externos.
Aplicamos o método na nossa própria casa e agora o abrimos para um número reduzido de empresas, com acompanhamento próximo em cada etapa. Quem entra neste momento recebe mais presença nossa do que qualquer cliente receberá depois — e ajuda a construir os primeiros casos documentados da Minha Ide.IA.
Se a sua operação tem processo repetitivo com volume, esta é a hora de conversar.
Implantação assistida exige presença: entrevistas, testes com usuários, ajuste fino. Por isso abrimos um número limitado de projetos por ciclo — é o que garante que cada cliente tenha o acompanhamento que o método exige.
Quando o ciclo fecha, a próxima entrada fica para o seguinte.
Não. A maior parte dos primeiros fluxos é construída sobre ferramentas que já existem no mercado e nos sistemas que a empresa já usa. Quando o projeto exige desenvolvimento específico, isso é dito antes, com escopo e custo separados.
Começamos com o que já existe — é mais rápido e mais barato para o cliente. Desenvolvimento sob medida entra quando o ganho justifica, nunca como ponto de partida.
A proposta é tirar do time a parte repetitiva do trabalho para que ele se ocupe do que exige julgamento. Qualquer decisão sobre estrutura de equipe é da empresa, e recomendamos que seja tomada depois de ver os números, não antes.
O diagnóstico devolve direção em poucos dias. O primeiro fluxo em operação depende do processo escolhido — definimos prazo junto com você, com marcos intermediários, na proposta.
Avaliamos antes quais informações podem ser usadas, em qual ferramenta e com qual controle de acesso. Informação confidencial e estratégica não entra em sistema de IA sem esse cuidado prévio.
O investimento é definido após o diagnóstico, quando o escopo está claro. O diagnóstico inicial não tem custo.
Uma conversa de 30 minutos para entender sua operação, seguida de um relatório com as oportunidades de IA que identificamos e a recomendação de por onde começar.
Sem compromisso de contratação. Se não houver ganho claro, dizemos isso.